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[Review] Transformers 3 – O Lado Oculto da Lua

Transformers, lançado em 2007, foi um filme divertido com um garoto meio nerd, carismático, de blusa do Strokes que ganhava um carro/robô e uma namorada gostosa. Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados foi um filme que se levou a sério demais, exagerou tudo que era legal no primeiro e ficou uma bagunça. Transformers 3 – O Lado Oculto da Lua, lançado na última semana, é melhor que o 2, mas ainda se leva muito a sério. Mas talvez isso não seja tão ruim.

Sam agora está formado e tentando a vida no mundo real, mas não consegue deixar para trás sua história com os autobots e não aguenta mais manter essa parte da sua vida em segredo. Ele tem uma nova namorada, mais velha e mais bem sucedida, e claro, gostosa – cuja grande capacidade é passar por todos os momentos de ação do filme de salto.

Dessa vez descobrimos que na missão espacial para a lua os humanos descobriram uma nave espacial, de quando os Autobots fugiram de Cybertron. Com o resgate da nave conhecemos Sentinel, seu antigo líder que possui tecnologias jamais imaginadas – e que nas mãos erradas podem acabar com a vida como conhecemos (e sim Megatron ainda está vivo, não sei como depois de dois filmes sendo derrotado).

Como esperado o filme tem muitas cenas de ação e efeitos incriveis – a briga entre autobots e decepticons toma uma proporção muito maior dessa vez, é realmente uma batalha. Claro que Michael Bay não deixa de apresentar momentos divertidos e um tanto emotivos com seus personagens humanos – principalmente com Sam e seus pais (que voltam melhores ainda); Sam e seu chefe e Sam e seu colega de trabalho (o Mr Chang de Community, no papel mais engraçado do filme). Resumindo, Sam tem muitas cenas engraçadas.

O que realmente não funciona com Sam é sua nova namorada – tanto que fui obrigada a pesquisar o nome dela no google para escrever essa crítica. Tudo bem que Sam é adorável, mas quais as chances dele terminar com uma namorada linda e pegar outra logo em seguida? Ainda mais uma mais velha e mais bem sucedida? Sam realmente existe no filme para representar o típico telespectador de Transformers, que só pode sonhar em sair com Megan Fox ou Rosie Huntington-Whiteley, e colaborar com as fantasias masculinas.

Transformers diverte, mas poderia ser um pouco menor e contar com a química de Shia e Megan – e olha que eu nem sou fã.

[Especial Harry Potter] Review: Harry e seus Fãs

Alguns anos atrás, quando minha prima tinha uns 8 anos, ela foi olhar minha estante de livros. Apontou para uma parte da coleção (a maior) e perguntou qual era. Era Harry Potter. Eu disse que daria a ela de presente quando ela estivesse um pouco mais velha e conseguisse ler – e entender – sozinha. Em seu aniversário de 10 anos, dei a ela Harry Potter e a Pedra Filosofal. Outro dia minha mãe me telefonou me contando que minha prima tinha terminado o livro, visto o filme e queria o segundo emprestado. Claro que comprei, entreguei a ela e falei: Quem sabe você não ganha o terceiro?

O primeiro livro de Harry Potter foi lançado em 1997 (2000 no Brasil) e apresentou a série que veio a se tornar um dos maiores sucessos da literatura mundial. Mas essa história todo mundo já conhece. Harry e seus fãs (Harry, A History no original), de Melissa Anelli, não quer apenas falar do fenômeno com dados e informações sobre sua história. O livro faz um retrato do aspecto mais importante na alimentação de seu sucesso: os fãs.

Melissa é uma das editoras do The Leaky Caldron, um dos sites mais famosos e importantes do mundo de Harry Potter, e sabe como funciona cada aspecto do fandom como ninguém. De brigas judicias com a Warner Bros, passando pelo Wizard Rock, analisando a importância da internet para os fãs, entrevistas com JK Rowling (que escreve o prefácio), e principalmente relações de amizade, a autora faz um relato importante do funcionamento de um grupo de fãs.

Para uma fã de Harry Potter como eu, que desde 2000 (quando ganhei o primeiro livro) integra o fandom, ler um livro que fala sobre tudo que eu vivi – direta ou indiretamente – é extremamente especial e nostálgico. Ler Harry e seus fãs foi como viajar por minha adolescência, relembrar como me senti quando li pela primeira vez os livros, a emoção de ver a foto de Daniel Radcliffe, Rupert Grint e Emma Watson como Harry, Ron e Hermione, e minha próprias relações de amizade nessa rede.

Um livro de fã para fã. Uma forma de guardar um registro de um período que pode ter definido uma geração. E que, como prova minha prima (que já está terminando o segundo livro), vai continuar.

Harry e seus Fãs
Autor: Melissa Anelli
Editora: Rocco
Ano: 2011
Páginas: 368
Compre: Submarino

Este é o primeiro post do Especial sobre a série Harry Potter, celebrando o lançamento de Harry Potter e as Relíquias da Morte Parte 2 dia 15 de julho. O Blog da Maya, aqui do site, está celebrando 1 ano com uma promoção especial valendo um DVD da parte 1 do sétimo filme, veja como participar clicando aqui.

[Review] Livro – Fade

Continuando a leitura da trilogia Wake, vamos para minhas rápidas impressões sobre o segundo volume.

Fade continua a história de Janie, a garota que entra nos sonhos das pessoas. Por causa dessa habilidade, ela consegue um trabalho com a polícia. Sua missão agora é descobrir qual professor está tendo relações proibidas com alunas.

Agora já acostumada com a narrativa da Lisa McMann, a leitura fluiu melhor. O relacionamento de Janie e Cabel foi mais desenvolvido, agora como um casal às escondidas. Carrie, a amiga chata dá uma sumidinha e quando aparece não chega a irritar. O misteriozinho de quem é o professor culpado serve para testar o namoro de Janie e Cabel e também a habilidade de entrar na mente das pessoas durante os sonhos. Se a vida de Janie já é difícil, no final temos a revelação de seu futuro nada promissor.

Fiquei muito feliz ao ver que a Novo Século não cometeu o mesmo erro de Wake. Em Fade os travessões separando os diálogos da narração não foram esquecidos e a distância da margem da numeração aumentou de tamanho. \o/

O terceiro livro se chama Gone, já foi lançado, e teremos a última resenha da trilogia amanhã!  Para ler o post sobre Wake, clique aqui.

[Review] Livro – Wake

Meses atrás falamos sobre o lançamento do livro Wake, primeiro da trilogia de Lisa McMann, e sobre o primeiro filme da série que seria produzido. Ainda não temos um filme, mas já temos a resenha do livro!

A adolescente Janie tem um problema. Quando as pessoas dormem e sonham perto dela, ela entra na mente delas, assistindo desde os sonhos de pegação até os pesadelos com monstros.

Wake é o primeiro volume da trilogia homônima e é um livro curtinho. Vamos para os pontos positivios e negativos. Começando com as coisas que me incomodaram. Li a edição brasileira e a falta de separação de diálogo e narração em diversos trechos é extremamente irritante. Fiquei na dúvida se também era assim no original. Pelo o que eu achei, na edição americana são usadas aspas no diálogo e fica bem claro o que é diálogo e o que é narração. Já a edição brasileira, da Novo Século, são usados travessões mas a narração segue logo depois do ponto final do diálogo, deixando a leitura bastante confusa.

Outro ponto negativo da edição brasileira é a diagramação que deixou a indicação das páginas muito próxima da margem inferior das páginas. De ponto positivo da edição da Novo Século temos a capa, as orelhas mais largas e as notas da tradutora.

A história em um geral é bastante interessante e não é bobinha que nem a maioria dos livros de literatura fantástica que tem sido lançados. A narrativa da Lisa é um pouco diferente mas dá para se acostumar logo.

Carrie, a melhor amiga da protagonista, é a personagem chata da série. Já o casal de protagonistas Janie e Cabel não fedem nem cheiram nesse primeiro livro, não me irritaram mas também não me conquistaram. Já já postamos a resenha do segundo livro da série, Fade.

Obs: achei interessante o capítulo extra com umas passagens do livro do ponto de vista do Cabel.

[Review] Pânico 4 (Scream 4)

Como assim? Mas o arco não tinha se fechado em Pânico 3? Quem resolveu aterrorizar Sidney dessa vez? Era só o que passava na minha cabeça. Enquanto o elenco ia sendo confirmado muitos momentos de “Ahn? Por que essa pessoa?”. Mas é claro! Tudo começa a fazer sentido quando a famosa cena inicial aparece na tela.

Para quem não lembra a primeira a ser morta numa cena inicial da franquia foi Drew Barrymore. Ela aparecia nos cartazes de Pânico como uma das estrelas, dando a impressão de que fizesse parte da trama inteira. Mas não. Ela deu início a uma febre. Sim, febre. A pergunta agora era: quem vai morrer nos primeiros minutos de Pânico 2? Os agentes em Hollywood faziam questão que seus clientes, em busca de fama instantânea, fossem “mortos” e imortalizados na franquia. A participação especial virou algo a ser cultuado (a de Pânico 3 é a cena que me deixa mais tensa até hoje).

Voltando a Pânico 4.

Li em uma crítica que Pânico 4 diz mais da juventude de hoje que A Rede Social. Bom, concordo… em partes (história para outra oportunidade). Você, jovem comum desse mundo, se enxerga mais em Pânico 4 ou A Rede Social? É mais ou menos isso. Mas o assunto aqui não é esse. Ou será?