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[Review] Livro – Wake

Meses atrás falamos sobre o lançamento do livro Wake, primeiro da trilogia de Lisa McMann, e sobre o primeiro filme da série que seria produzido. Ainda não temos um filme, mas já temos a resenha do livro!

A adolescente Janie tem um problema. Quando as pessoas dormem e sonham perto dela, ela entra na mente delas, assistindo desde os sonhos de pegação até os pesadelos com monstros.

Wake é o primeiro volume da trilogia homônima e é um livro curtinho. Vamos para os pontos positivios e negativos. Começando com as coisas que me incomodaram. Li a edição brasileira e a falta de separação de diálogo e narração em diversos trechos é extremamente irritante. Fiquei na dúvida se também era assim no original. Pelo o que eu achei, na edição americana são usadas aspas no diálogo e fica bem claro o que é diálogo e o que é narração. Já a edição brasileira, da Novo Século, são usados travessões mas a narração segue logo depois do ponto final do diálogo, deixando a leitura bastante confusa.

Outro ponto negativo da edição brasileira é a diagramação que deixou a indicação das páginas muito próxima da margem inferior das páginas. De ponto positivo da edição da Novo Século temos a capa, as orelhas mais largas e as notas da tradutora.

A história em um geral é bastante interessante e não é bobinha que nem a maioria dos livros de literatura fantástica que tem sido lançados. A narrativa da Lisa é um pouco diferente mas dá para se acostumar logo.

Carrie, a melhor amiga da protagonista, é a personagem chata da série. Já o casal de protagonistas Janie e Cabel não fedem nem cheiram nesse primeiro livro, não me irritaram mas também não me conquistaram. Já já postamos a resenha do segundo livro da série, Fade.

Obs: achei interessante o capítulo extra com umas passagens do livro do ponto de vista do Cabel.

[Review] Vampiratas – Maré de Terror, de Justin Somper

Maré de Terror

A continuação de “Demônios do Oceano” é ainda melhor que o volume anterior. Para começar, a capa. (Pois é, vocês já devem ter reparado que eu gosto de capas.) Ela é bastante parecida com a do primeiro volume da série, mas tem diferenças notáveis, como a lua ao fundo e o próprio navio, que é diferente. Ele é de Sidório, exilado do navio Vampirata no primeiro livro, que começa a reunir um exército vampiro com sede de sangue. Mas, ao contrário dos tripulantes do Vampirata, eles querem fazer tudo à moda antiga: capturar, se alimentar e matar. Vamos à sinopse?

Os irmãos Grace e Connor Tormenta estão de volta! E, desta vez, tudo parece estar contra eles. Apesar de finalmente terem conseguido se reencontrar, os gêmeos Connor e Grace não podem evitar a sensação de que estão seguindo por caminhos distintos. Enquanto Connor está cada vez mais fascinado pela vida de pirata, Grace não para de se preocupar com a segurança do irmão e dos amigos que deixou no navio Vampirata.

Que surpresas esperam os gêmeos? Cada vez mais acostumados à pirataria, eles acreditam estar prontos para tudo. Mas há um traidor a bordo do Diablo e os inimigos espreitam a cada esquina. E, quanto mais Grace e Connor seguem em suas aventuras, mais eles compreendem que, neste mundo, não existe nenhum lugar seguro.

Enquanto Sidório forma seu exército – seu braço direito é transformado em vampiro já nas primeiras páginas, e é uma personagem que já apareceu antes –, os gêmeos Tormenta são mandados pelo capitão Wrathe para a Academia dos Piratas. Lá, em meio a aulas de náutica, esgrima, história da pirataria, etc (é uma verdadeira Hogwarts dos corsários), Connor fica completamente fascinado e quer se aprofundar cada vez mais na vida de pirata. Mas Grace não fica tão animada assim. Somper trabalha muito bem as diferenças entre os gêmeos e aborda com sutileza o fato de que seus caminhos não são os mesmos.

Enquanto isso, Lorcan, o vampiro que cuidou de Grace a bordo do Vampirata, sofre com as conseqüências de sua exposição ao sol no fim de “Demônios do Oceano”. Ainda no navio, cada vez mais tripulantes se mostram inclinados a seguir Sidório, e o Capitão não sabe mais como evitar uma rebelião.

Novas personagens também são introduzidas e muito bem trabalhadas. É tão fácil se acostumar e se afeiçoar (ou odiar) a elas quanto às que já conhecemos. Aliás, Somper tem um talento excepcional para criar e desenvolver os heróis, anti heróis e vilões de suas histórias. Todos têm motivos que explicam suas ações – até mesmo o sanguinário Sidório.

Cheio de surpresas, reviravoltas e momentos que chegam a dar saudade da escola (não aquela em que realmente estudamos, mas a que sempre sonhamos em freqüentar), “Maré de Terror” é um livro que prende o leitor até o fim. A história deixa um gancho para o próximo volume da série, “Capitão de Sangue”, mas nos entrega um ótimo desfecho.

Depois das resenhas dos volumes 3 e 4, teremos promoções de “Vampiratas” aqui. Fiquem ligados!

Trilha de Daft Punk para Tron

Saiu o clipe da dupla Daft Punk, responsável pela trilha sonora do filme Tron – O Legado, que chega aos cinemas no dia 17 de dezembro. O vídeo da música Derezzed vem recheado de gráficos e possui um visual bem futurista e de vídeo game. Vale muito a pena assistir.

Trailer para adaptação de Chapéuzinho Vermelho

Foi divulgado o trailer de mais uma adaptação da história de Chapéuzinho Vermelho para o cinema. Nesse caso uma visão a partir da história contada pelos Irmãos Grimm.

Dirigido por Catherine Hardwicke (do primeiro Twilight) com Amanda Seyfried, Gary Oldman, Billy Burke, Shiloh Fernandez, Max Irons, Virginia Madsen e Julie Christie.

Agora fica a dúvida, como vão traduzir esse filme em português? Acredito que seja melhor deixar Chapéuzinho Vermelho de lado ou teremos pais e filhos confusos por ai.

O filme será lançado em março de 2011.

Críticas de HP 7 Parte 1

E as primeiras críticas brasileiras de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’ parte 1 já estão sendo colocadas no ar!

A maioria das críticas internacionais foram bastante positivas, como vocês podem conferir aqui no Potterish.

Os brasileiros SOS Hollywood, Omelete e Pipoca Combo também elogiaram bastante o filme.

- SOS Hollywood (confira aqui na íntegra)

Mais que conhecer sua indústria, Yates e Rowling sabem que têm público cativo, têm o interesse mundial nas mãos e, acima de tudo, têm a chance de mostrar que a dobradinha cinema & literatura só resulta numa adaptação fraca quando se pensa no dinheiro antes da qualidade.
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É o diretor respeitando a autora – e produtora. Respeito, um dos grandes diferenciais de HP7 para outras adaptações, especialmente as que tentam desesperadamente preencher o iminente vazio que será deixado pela saga.
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Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1 é uma porrada emocional, capaz de fazer rir, sentir e chorar, um filme histórico por circunstância e magnífico por mérito. É a magia a serviço do cinema.

- Omelete (confira aqui na íntegra)

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É justamente o respeito às pessoas que estão há uma década ao lado de Harry, Ron e Hermione, algumas que, literalmente, cresceram ao lado do trio, o que torna este filme tão especial.
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Especialmente Grint, que enfim consegue deixar de ser o amigo-alívio-cômico para disputar de igual para igual com Radcliffe o foco da atenção. Não é por acaso que Martin Scorsese andou dizendo que o ruivo é o “próximo Leonardo DiCaprio”. Ele realmente aprendeu a atuar.
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Essa busca é evidenciada pela bela fotografia de Eduardo Serra, novato na franquia, que traz cores e grandiosos cenários naturais até então inéditos à saga. Outro que traz novidades é Alexandre Desplat, cuja trilha sonora evoca quase nada os temas fantasiosos iniciados por John Williams. É ótimo ver esse tratamento adulto de um tema nascido para crianças – Harry Potter, com tudo isso, cumpre seu papel como formador de público, refinando olhares e desenvolvendo em seus fãs o apreço pelo tempo do cinema.

- Pipoca Combo (confira aqui na íntegra)

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Apesar do caráter ainda mais episódico do capítulo, Relíquias da Morte – Parte I explora com perfeição os momentos em que deve haver reflexão dos personagens, fortalecendo suas relações de um modo ímpar e exemplar que, apesar de significarem a camada mais lenta da projeção, ganham status de injeção de fôlego ao revezarem com as sequências de ação e magia.
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A evolução de Daniel Radcliffe é clara, cuja atuação é entregue por mãos empenhadas em alcançar o mesmo patamar que Rupert Grint e Emma Watson já se põem há tempos.