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[Review] A Garota da Capa Vermelha

Todo mundo conhece a história da menina de capa vermelha que vai levar doces para sua avó e sofre com um lobo mau. O filme A Garota da Capa Vermelha parte da história infantil mas se apresenta como uma versão mais adulta… ou seria adolescente?

Do trailer aos atores o filme obviamente bebe de uma fonte: o sucesso de Crepúsculo. A temática está tão ligada que até a diretora, Catherine Hardwicke, e o ator que interpreta o pai da protagonista são os mesmos.

E o filme não deixa de ter dois protagonistas românticos lindos para fazerem as garotas suspirarem, nesse caso Shiloh Fernandez e Max Irons interpretam os interesses da chapeuzinho Valerie (Amanda Seyfried) – com quem protagonizam cenas quentes. Obviamente não foram escolhidos tanto pela capacidade de atuar quanto pela aparência e competência para criar olhares intensos de amor nas telas.

Na versão da história das telonas, Valerie mora em uma aldeia que vive com o medo de ser atacada por um Lobisomem. Por anos eles sacrificam animais para que ele fique satisfeito e não ataque os moradores. Até que um dia uma jovem, a irmã de nossa protagonista, é assassinada e a cidade decide que é hora de acabar com o lobo. A partir daí a trama se desenvolve e começa a criar dúvidas na cabeça de Valeria – e na nossa.

A garota da capa vermelha é comparável a Crepúsculo no sentido de usar protagonistas femininas atraídas pelo perigo e que fazem qualquer coisa por amor, mas consegue ser muito mais sexy – como a maioria das meninas que assistem Crepúsculo provavelmente gostariam que Edward/Jacob fossem com a Bella. Mas é mais intrigante e chega a causar tensão.

A direção de arte é muito bonita, os atores são lindos, mas os efeitos especiais deixam um pouco a desejar. Para quem gosta desse estilo é uma boa diversão – não é o meu caso, já que não parava de pensar duas coisas: porque Gary Oldman está nesse filme? E quem é esse Max Irons?

(Max Irons é filho de Jeremy Irons e nosso Top 5 mandou ficar de olho nele)

Vale lembrar que A Garota da Capa Vermelha também tem um livro (que curiosamente não traz um final, que foi lançado depois do filme estar nos cinemas. Relação entre adaptações e versões pro cinema cada vez mais misturada).

[Review] Livro – Fade

Continuando a leitura da trilogia Wake, vamos para minhas rápidas impressões sobre o segundo volume.

Fade continua a história de Janie, a garota que entra nos sonhos das pessoas. Por causa dessa habilidade, ela consegue um trabalho com a polícia. Sua missão agora é descobrir qual professor está tendo relações proibidas com alunas.

Agora já acostumada com a narrativa da Lisa McMann, a leitura fluiu melhor. O relacionamento de Janie e Cabel foi mais desenvolvido, agora como um casal às escondidas. Carrie, a amiga chata dá uma sumidinha e quando aparece não chega a irritar. O misteriozinho de quem é o professor culpado serve para testar o namoro de Janie e Cabel e também a habilidade de entrar na mente das pessoas durante os sonhos. Se a vida de Janie já é difícil, no final temos a revelação de seu futuro nada promissor.

Fiquei muito feliz ao ver que a Novo Século não cometeu o mesmo erro de Wake. Em Fade os travessões separando os diálogos da narração não foram esquecidos e a distância da margem da numeração aumentou de tamanho. \o/

O terceiro livro se chama Gone, já foi lançado, e teremos a última resenha da trilogia amanhã!  Para ler o post sobre Wake, clique aqui.

[Review] Livro – Wake

Meses atrás falamos sobre o lançamento do livro Wake, primeiro da trilogia de Lisa McMann, e sobre o primeiro filme da série que seria produzido. Ainda não temos um filme, mas já temos a resenha do livro!

A adolescente Janie tem um problema. Quando as pessoas dormem e sonham perto dela, ela entra na mente delas, assistindo desde os sonhos de pegação até os pesadelos com monstros.

Wake é o primeiro volume da trilogia homônima e é um livro curtinho. Vamos para os pontos positivios e negativos. Começando com as coisas que me incomodaram. Li a edição brasileira e a falta de separação de diálogo e narração em diversos trechos é extremamente irritante. Fiquei na dúvida se também era assim no original. Pelo o que eu achei, na edição americana são usadas aspas no diálogo e fica bem claro o que é diálogo e o que é narração. Já a edição brasileira, da Novo Século, são usados travessões mas a narração segue logo depois do ponto final do diálogo, deixando a leitura bastante confusa.

Outro ponto negativo da edição brasileira é a diagramação que deixou a indicação das páginas muito próxima da margem inferior das páginas. De ponto positivo da edição da Novo Século temos a capa, as orelhas mais largas e as notas da tradutora.

A história em um geral é bastante interessante e não é bobinha que nem a maioria dos livros de literatura fantástica que tem sido lançados. A narrativa da Lisa é um pouco diferente mas dá para se acostumar logo.

Carrie, a melhor amiga da protagonista, é a personagem chata da série. Já o casal de protagonistas Janie e Cabel não fedem nem cheiram nesse primeiro livro, não me irritaram mas também não me conquistaram. Já já postamos a resenha do segundo livro da série, Fade.

Obs: achei interessante o capítulo extra com umas passagens do livro do ponto de vista do Cabel.

[Review] Pânico 4 (Scream 4)

Como assim? Mas o arco não tinha se fechado em Pânico 3? Quem resolveu aterrorizar Sidney dessa vez? Era só o que passava na minha cabeça. Enquanto o elenco ia sendo confirmado muitos momentos de “Ahn? Por que essa pessoa?”. Mas é claro! Tudo começa a fazer sentido quando a famosa cena inicial aparece na tela.

Para quem não lembra a primeira a ser morta numa cena inicial da franquia foi Drew Barrymore. Ela aparecia nos cartazes de Pânico como uma das estrelas, dando a impressão de que fizesse parte da trama inteira. Mas não. Ela deu início a uma febre. Sim, febre. A pergunta agora era: quem vai morrer nos primeiros minutos de Pânico 2? Os agentes em Hollywood faziam questão que seus clientes, em busca de fama instantânea, fossem “mortos” e imortalizados na franquia. A participação especial virou algo a ser cultuado (a de Pânico 3 é a cena que me deixa mais tensa até hoje).

Voltando a Pânico 4.

Li em uma crítica que Pânico 4 diz mais da juventude de hoje que A Rede Social. Bom, concordo… em partes (história para outra oportunidade). Você, jovem comum desse mundo, se enxerga mais em Pânico 4 ou A Rede Social? É mais ou menos isso. Mas o assunto aqui não é esse. Ou será?

[Review] Filme – Sucker Punch: Mundo Surreal.

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Quando Sucker Punch: Mundo Surreal estreiou no último final de semana de Março, eu estava desesperada pra ver o filme, e sem alguém para assistí-lo comigo na data de lançamento. Como eu venho querendo ver esse filme desde que começaram a vazar informações, fotos e trailers dele, eu fiz algo que nunca tinha feito na vida, em todos os meus 19, quase 20 anos de existência, fui no cinema sozinha para assistir o filme, e não me arrependo nem um pouco.

A princípio eu não esperava muita coisa do roteiro, até porque como você espera um roteiro brilhante de um filme que gira em torno de cinco garotas estúpidamente bonitas, pobremente vestidas e treinadas para matar? Você vai mais interessado nos efeitos especiais, no figurino e a maquiagem, que realmente, são de tirar o fôlego. A trilha sonora e a fotografia também são excepcionais.